O ideal é que a taça seja de cristal liso, fino e incolor. Para os vinhos brancos, as taças devem ter o formato de tulipa, com a boca mais estreita, para preservar os aromas finos e delicados dos vinhos.
Para os vinhos encorpados, que necessitem respirar muito para liberar toda a sua potência, os copos de bocas largas e bem bojudos são os mais indicados. Esse tipo de taça será ideal para que o vinho dance no cálice em um movimento que lembre a “dança de uma valsa”. Para que isso aconteça de forma correta, não encha a taça acima da metade da sua capacidade.
Tenha cuidado com a limpeza dos copos. Use pouco detergente e lave-os muito bem para evitar o acúmulo de resíduos. Tenha o hábito de cheirar as taças antes de uso e não utilize as que estiverem com algum odor que prejudique a degustação. As taças devem estar isentas de qualquer cheiro.
Já dá para imaginar a infinidade de taças que devem existir para abranger a grande quantidade de tipos de vinhos. O investimento é alto, mas profundamente recompensador. Uma dica é comprar um par de cálices por mês. Em pouco tempo você terá uma coleção formada e aí as degustações serão ainda mais gratificantes.
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